sexta-feira, maio 26, 2006


foto do momento atual em meu ateliê.
essa é a imagem que estou pintando agora.
1 x 2 m.
tirando a parte onde os olhos são recortados.
O coletivo C.D.M. (Centro de Desintoxicação Midiática) - que eu faço parte, pra quem não sabe...) está lá vinculado no site da Rede CORO:

O CORO é uma rede de artistas que aglutina coletivos de arte em atividade no Brasil. Refletindo sobre as questões do trabalho coletivo e compreendendo que aglutinações estão se dando socialmente nas micro e macro estruturas do globo, a rede CORO foi proposta.

Ah, claro, o link do C.D.M.:
http://www.corocoletivo.org/c.d.m/index.htm

..
com tradução em francês do texto e tudo:

"Groupe de pseudo-artistes développant un travail de caractère expérimental, ayant le courage de ne pas accepter le sens commun et les impositions mercantilistes. "

segunda-feira, maio 15, 2006

14 de junho de 2005 : antigo ateliê em Pelotas (garagem)

Ultrapassei a marca das 100 horas de trabalho nessa pintura (a segunda da série Interferências entre Transposições) que estou fazendo agora.

Sendo que a primeira levou 359 horas pra ficar pronta.

Artigo sobre Rumos Artes Visuais 2005/2006 do Itaú Cultural

Um bom artigo descrevendo várias das obras selecionadas nessa edição do Rumos:

http://www.artecidadania.org.br/site/paginas.php?setor=4&pid=866

Um post roubado de outro lugar:


Se tudo que você dissesse eu repetisse em igual velocidade e tudo que eu dissesse você repetisse, jamais teríamos nos conhecido, pois teríamos entrado num loop infinito no primeiro "oi".

Por conseqüência, a noção de tempo desaparecer, logo, o tempo iria parar.

E se a mesma situação tivesse ocorrido, mas quando você repetisse o que eu havia repetido de você, você acelerasse em uma fração de segundo a sua resposta, o oi viraria uma microfonia.

Logo, a microfonia é o som do tempo parando.

segunda-feira, maio 08, 2006

Rumos Artes Visuais 2005/2006 do Itaú Cultural

O artista mineiro Paulo Nazareth apresenta-se em A Carne, em que caminha por todos os pisos da mostra usando uma tira de carne como máscara, até concluir o percurso no restaurante do Instituto, onde pede uma xícara de chá.



Ah, hoje é dia do artista.